A tônica das minhas sílabas, anda dançando em volta de um quero. Escondo em versos, mas o som da minha voz e meus olhos, num tom claro, me entregam. Pelo caminho de sempre, rigoroso inverno. Por um novo caminho, fogo intenso. Entre aqui e lá, labaredas atraindo-se, para uma dança ancestral. Ouço a chama do tempo e então, eu voo.
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